sexta-feira, 20 de março de 2009

Profissionais dão dicas para estudantes conseguirem vaga no mercado publicitário


Como conseguir o primeiro emprego?


Durante muito tempo, as atividades da área de publicidade e propaganda foram exercidas por profissionais que aprenderam o ofício na prática. Em determinado momento, a carência de mão-de-obra qualificada levou as agências a contratar funcionários inexperientes e treiná- los para o trabalho. Finalmente, surgiram as escolas de publicidade e propaganda, que, embora representassem um grande avanço, não evitaram que os alunos tivessem de buscar experiência fora das salas de aula para atender às necessidades de um mercado cada vez mais técnico e mais exigente.
A consultora de recursos humanos da Catho Online, Camila Alves, que trabalha com recolocação de pessoal, confirma essa idéia:
"O mercado precisa de profissionais que já cheguem prontos. Poucas empresas estão dispostas a treinar mão-de-obra".
Boa parte das escolas de comunicação social mantém agências de publicidade experimentais e empresas juniores. Ambas, além de cumprir a função primordial de preparar o aluno para o dia-a-dia da carreira, invariavelmente são a porta de entrada para o mercado de trabalho. Isso acontece porque esses núcleos servem também como vitrine para o talento dos estudantes. Hoje, as agências experimentais e as empresas juniores funcionam como um filtro no mercado publicitário. Os empregadores sabem que quem passou por elas teve a oportunidade de errar, acertar e, principalmente, aprender bastante. Por isso está mais apto para o trabalho.
Dirigidos aos estudantes que ainda estão se graduando, os estágios em agências e empresas particulares se tornaram um caminho promissor para o ingresso no mercado de trabalho. Para o empregador, independentemente de sua área de atuação, a contratação temporária dos serviços de um estudante pode apresentar muitas vantagens, pois, além de muita disposição, o estagiário é sinônimo de mão-de-obra de custo baixo. Em São Paulo, por exemplo, a média salarial de um estagiário da área publicitária varia de dois a quatro salários mínimos, mais ajuda de custo para refeições e transporte.
Camila Alves, diz que é muito difícil distinguir os estágios sérios, que oferecem chances reais de aprendizado aos estudantes, dos que transformam o jovem num faz-tudo. De qualquer forma, ela afirma que, "por pior que seja, o estágio é uma etapa muito importante na vida do estudante, e sempre é possível tirar proveito da situação". Para isso, Camila dá algumas dicas:
- Não fique esperando que o trabalho venha até você. Demonstre interesse em aprender e cave você mesmo as oportunidades. Se for convidado a tirar algumas cópias de documentos para se sentar ao lado do diretor de criação de uma agência e aprender como surgiu a idéia para aquela campanha, não se negue.
- Encare o estágio como uma boa oportunidade para incrementar seu network, faça muitos contatos e seja cordial com seus colegas pode ser que, lá na frente, você os reencontre na hora de buscar um novo emprego.
- Nunca demonstre má vontade diante de seus superiores. Os chefes são fiéis uns aos outros e, invariavelmente, pedem referências de seus novos contratados.
- Se você desconfiar que está sendo mal aproveitado, antes de desistir faça uma avaliação e veja quais são as suas perspectivas de crescimento dentro da empresa. Se elas forem mínimas, converse com seu superior, agradeça a oportunidade que lhe foi dada e diga que vai partir em busca de novos desafios.
Jaqueline Cavalheiro




EDUCAÇÃO CORPORATIVA: UM INVESTIMENTO ESTRATÉGICO


Letramento é a capacidade de se alcançar o conhecimento e a cultura por meio da leitura e da escrita - é a continuação da alfabetização. Letrado é o indivíduo capaz de ler, compreender e posicionar-se criticamente em relação ao texto lido. Infelizmente, pesquisas realizadas freqüentemente apontam que, no Brasil, o nível de letramento da população, em especial dos mais jovens, atinge patamares insuficientes e inadequados para o desenvolvimento pessoal e profissional. Comparado com outros países emergentes, como China e México, por exemplo, o Brasil apresenta os piores índices na área da educação. O problema é que esta situação se reflete no dia-a-dia das empresas e, mais especificamente, dos profissionais de RH, que enfrentam dificuldades na hora de selecionar um candidato. O obstáculo é encontrar no mercado profissionais que tenham um nível mínimo desejado. Algumas empresas chegam a ficar com seus quadros incompletos devido ao baixo nível cultural dos candidatos, e incluem-se nestes, estudantes universitários.
A baixa qualidade do ensino no país é a maior responsável por esta situação, que vem se agravando incessantemente, e que pode provocar problemas ainda maiores. Estima-se que se o Brasil passar por um processo de grande crescimento, não haverá pessoas qualificadas para acompanhar o desenvolvimento.
Depois de contratados, a dificuldade continua: grande parte dos profissionais apresenta deficiências de comunicação oral e, principalmente, escrita, o que pode ser um fator bloqueador das informações dentro das organizações. A solução que as empresas têm encontrado é investir na educação corporativa, criando programas de desenvolvimento e aperfeiçoamento, porém, fugindo um pouco do antigo conceito das áreas de treinamento, das organizações do século XX.
Dentro deste cenário, surgem as Universidades Corporativas. Universidade Corporativa é uma organização vinculada às empresas públicas e privadas, que tem como objetivo a qualificação dos profissionais e o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para cada cargo ou função. O foco das Universidades Corporativas é a gestão do capital intelectual da corporação. Os gestores têm a consciência de que, cada vez mais, é preciso investir no desenvolvimento humano e apostar nas pessoas como o grande diferencial num mercado competitivo. Afinal, o investimento em recursos humanos é de baixo risco e, normalmente, oferece retorno satisfatório.
Jaqueline Cavalheiro

As 4 práticas de sucesso em Marketing

É importante compreender os fatores-chave do marketing que nos permitem adquirir e manter o lucro em nossas empresas.

Uma empresa dos Estados Unidos, a VisionEdge Marketing, Inc. (www.visionedgemarketing.com) identificou quatro fatores que fazem a diferença e representam as melhores práticas de marketing para empresas:

1. Ter um plano de marketing.
2. Ter um orçamento de marketing.
3. Ter pessoas profissionais.
4. Definir e usar as medidas/cálculos que demonstram o impacto do marketing na empresa.

As companhias que aplicam essas ações têm chances maiores de alcançar seus objetivos estratégicos e seu lucro. O estudo realizado pela VisionEdge mostrou que 72% das empresas que responderam à pesquisa têm um plano de marketing; 70% têm um orçamento aprovado e 65% têm recursos fixados para essa prática.

Esperançosamente, esse é o caso da sua empresa. Se não é, prepare-se, pois há muito trabalho a ser feito.


Bruna Secondo

EnADI 2009 - Encontro de Administração da Informação no Recife

Com objetivo de ajudar com o desenvolvimento de estudos de administração da informação do Brasil. Esta já é a segunda edição deste evento e tem a chancela pela ANPAD (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração)


Guilherme Pires

Encontro de Estudos em Estratégia no Recife

Este é mais um evento organizado pela ANPAD (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração). Este evento traz temas relacionados a estudos de estratégias em organizações. Para isso, haverá um temário específico para abordar os toda a relevância (todos os sub-temas estão disponíveis no site do evento)

Guilherme Pires